“Salvar o planeta”: quanto custa e quem paga a conta…

De um artigo do jornalista Carlos Tautz, no blog do Noblat de hoje:

O problema sobre quem financia, em nível global, a adaptação dos países aos impactos provocados pelas inequívocas e inevitáveis mudanças do clima é um dos grandes segredos de polichinelo que se colocam para os países que irão a Bali, na Indonésia, no início de dezembro, onde se realizará a 13ª Conferência das Partes signatárias da Convenção do Clima, a COP 13.”

O fato de que se reconheça a existência de uma questão ecológica em geral e do problema do Aquecimento Global em particular foi um avanço que levou décadas para ocorrer. O equacionamento das soluções precisa avançar de modo bem mais rápido sob pena de ser tarde demais.

Como sempre: é mais barato prevenir do que remediar.

Juntamente com a questão de quem paga a conta feita no artigo acima referido é necessário definir os programas e projetos que devem ser priorizados.

Administrar bem  é  definir adequadamente as prioridades.

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